EMULSÕES ESPECIAIS

Emulsões Asfálticas Modificadas por Polímeros
Nas edições anteriores de Fatos & Asfaltos iniciamos uma série de artigos, nos quais discorremos sobre o tema Emulsões Asfálticas. Nesta edição do Fatos & Asfaltos trataremos das especificações das Emulsões Especiais.
O advento das Emulsões Asfálticas Modificadas por Polímeros (EAMP) e a evolução dos emulsificantes levou a pavimentação asfáltica a uma nova era, trazendo soluções inovadoras para alguns problemas observados pelos engenheiros rodoviários; problemas estes que anteriormente eram resolvidos com o uso de Concreto Betuminoso Usinado a Quente (CBUQ) e passaram a ter como alternativa o uso de Pré-misturados a Frio (PMF) com Emulsões Modificadas por Polímeros. Dentre as soluções se destacaram o Microrrestimento Asfáltico a Frio (MRAF), Tratamentos Superficiais (TS) para rodovias de tráfego elevado, MFs de Alto Desempenho, dentre outras.
Similarmente aos demais derivados de petróleo, o asfaltos e seus produtos industrializados, como: Asfaltos Modificados por Pó de Borracha, Asfaltos Modificados por Polímeros, as Emulsões Asfálticas são regulamentados pela Agência Nacional do Petróleo, Gás e Bicombustíveis – ANP.
Em dezembro de 2009 a ANP publicou no Diário Oficial da União (DOU), de 15 de outubro de 2009, o Regulamento Técnico ANP N 5/2009 que regulamenta as especificações das Emulsões Modificadas por Polímeros Elastoméricos conforme apresentado abaixo no Quadro I.


Diante desta Normatização por parte da ANP, para as Emulsões Asfálticas Modificadas por Polímeros Elastoméricos, estamos aqui apresentando os ensaios sobre o resíduo da emulsão preconizados nesta norma. Para a obtenção do resíduo asfáltico objetivando ensaios de caracterização deste resíduo, faz-se necessário a adoção da NBR- 14896 – Determinação do resíduo seco por evaporação que preconiza a metodologia para obtenção do resíduo. Os cuidados citados nesta NBR são necessários para que durante a evaporação da água presente nas Emulsões Asfálticas Modificadas por Polímeros Elastoméricos não ocorra à queima dos polímeros.

Por: Eng. Wander Omena

Leia a matéria completa no informativo Fatos&Asfaltos nº20

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