Execução de Cape Seal na SPVIAS

A Concessionária SPVIAS de Tatuí e o Grupo GRECA ASFALTOS em conjunto com a Vale do Rio Novo Engenharia e Construção Ltda (Avaré/SP) e Fircon Construção Civil Ltda (Maringá/PR), vêm executando desde maio/04 a segunda etapa da aplicação de Cape Seal na Rodovia Presidente Castelo Branco. A parceria com esta concessionária para o desenvolvimento desta técnica iniciou-se em setembro de 2003 com a aplicação dos primeiros trechos em grande escala executados em rodovias no país. Nesta fase foi executada a área de 86.000 m2, situada entre os quilômetros 208 e 212 pistas leste e oeste, incluindo a praça de pedágio de Itatinga/SP.
Esta primeira fase serviu para adaptação do Cape Seal às condições dos agregados e do clima brasileiro; nela constatou-se a necessidade de se desenvolver emulsões polimerizadas com características específicas para esta técnica, diferente das tradicionalmente utilizadas para tratamentos superficiais e microrevestimentos asfálticos.

Aparência do trecho executado em Tatuí

Hoje já com a técnica totalmente adaptada, a SPVIAS e a GRECA ASFALTOS estão executando o Cape Seal entre os quilômetros 183 e 199 pistas leste e oeste em Itatinga/SP; já tendo executado a partir de maio/04 este revestimento entre os km’s 129 e 145 pistas leste e oeste em Tatuí/SP e entre os km’s 210 e 248 pista leste e entre 210 e 233 pista Oeste.
O Eng. João Batista França da SPVIAS, lembra que somente na Rodovia Castelo Branco a área executada já chega a mais de 1.000.000m2 de pista, sendo a maior já executada no país, apresentando até o momento um desempenho extremamente satisfatório.
Segundo o Eng. Adelmo Di Gregório da Vale do Rio Novo, na chuva a textura do Cape Seal é bastante eficaz à aderência dos pneus, reduzindo o spray e tornando o pavimento mais confortável ao usuário.
Segundo o Eng. Paulo Pimenta, Diretor de Engenharia da SPVias o Cape Seal tem sido empregado na adequação funcional da Rodovia Castelo Branco – SP 280, nos subtrechos homogêneos que apresentam deflexões abaixo de 40×10-2 mm. Esta solução apresentou-se economicamente viável, devido a pequena espessura de aplicação com bons resultados quanto a textura e impermeabilização das camadas subjacentes, esperando-se um substancial retardamento do aparecimento de trincas, prolongando a vida útil do pavimento.

O tratamento Superficial sendo aplicado

Leia a matéria completa no informativo Fatos&Asfaltos nº4

Texto: Eng. Paulo Francisco O. Fonseca

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *