GRECA Sustentável

Como reduzir o consumo de recursos naturais?

A GRECA ASFALTOS iniciou uma campanha com foco no conceito de sustentabilidade, transmitindo-o de forma simples. Seus objetivos são apresentar boas soluções plenamente viáveis para as rodovias brasileiras, reduzir drasticamente a utilização dos recursos naturais e contribuir para preservação do meio ambiente.
Até hoje a empresa já conseguiu reaproveitar em torno de 2,5 milhões de pneus inservíveis, mas ainda há muito mais pra fazer. No Brasil, há quase 2 milhões de quilômetros de rodovias, sendo destas menos de 200 mil quilômetros asfaltadas. São gerados anualmente mais de 50 milhões de pneus inservíveis além dos que já foram descartados ao longo dos anos anteriores. Nesta campanha, esses números devem ser transformados em oportunidades. Para isso, a GRECA ASFALTOS conta com a consciência ambiental de seus clientes e parceiros para abraçar essa idéia.
Recursos Naturais Escassos
De acordo com uma pesquisa feita pelo Departamento de Engenharia de Construção Civil da USP, a construção civil é a maior geradora de resíduos de toda a sociedade – produz o dobro do volume do lixo urbano – chegando a 2.500 caminhões de entulho por dia somente em São Paulo.
A maioria desses resíduos é depositada em aterros clandestinos e traz como conseqüência enchentes, proliferação de doenças causadas por insetos nocivos e gastos dos recursos públicos para sua remoção. É uma situação semelhante à enfrentada pelos pneus inservíveis que também são um grande problema ambiental, com claro impacto social nas próximas gerações. A diferença entre esses dois casos é que os pneus ocupam ainda mais espaço se descartados inteiros, dificultando sua compactação in loco e, como levam em torno de 600 anos para se decompor, durante esse período emitem gás metano e substâncias tóxicas perigosas para o solo, lençóis freáticos e atmosfera terrestre.
A construção civil também é responsável por até 50% do consumo dos recursos naturais extraídos. Como, por exemplo, os agregados, cujo consumo varia entre 1 e 8 toneladas/habitante por ano.
No caso do petróleo também é de comum conhecimento que é um recurso natural escasso. A previsão de sua extinção é de aproximadamente um século, se o seu consumo for tão alto como nos dias atuais. Enquanto isso, a inércia predomina e o investimento em fontes renováveis é muito reduzido.
As soluções para reduzir o impacto ambiental
Diante do cenário catastrófico apresentado acima, ainda existem instituições e empresas que se preocupam em desenvolver trabalhos voltados à melhoria da qualidade de vida desta e das próximas gerações. Mudança de hábitos, criatividade e curiosidade são fatores imprescindíveis para o sucesso desses projetos.
O ECOFLEX, que leva em sua composição a borracha em pó obtida a partir de pneus inservíveis, é um desses cases que visam um mundo mais digno. Sabe-se que quando a borracha de pneus é reciclada ela perde muito das suas propriedades, desaconselhando sua reutilização na produção de pneumáticos. Porém, ainda pode ser utilizada como aprimoradora de desempenho em asfaltos, solados de calçados, fonte de energia, entre outras aplicações. A reciclagem de borracha de pneus é uma descoberta muito recente comparada ao tempo da sua fabricação. Estima-se que haja atualmente mais de 100 milhões de pneus descartados indevidamente no Brasil.
Percebendo esse problema, foi homologada a resolução nº 258, artigo 3º, em vigência desde 1º de janeiro de 2005, que diz que para cada quatro pneus novos fabricados no país ou importados as empresas responsáveis deverão dar destinação correta para cinco pneus inservíveis e para cada três reformados importados, de qualquer tipo, as empresas importadoras deverão dar destinação final a quatro.
Vantagens do ECOFLEX
O ECOFLEX, asfalto ecológico da GRECA, foi fruto de anos de pesquisa e testes – associados à experiência dos americanos e sul-africanos – para alcançar um ligante econômico, durável, que proporcionasse segurança aos usuários e dentro do conceito de responsabilidade ecológica.
Sabe-se que o ECOFLEX é o asfalto mais vantajoso do mercado, pois, de acordo com os estudos desenvolvidos pela UFRS e LAPAV com o simulador de tráfego, traz benefícios tais como:
– Maior durabilidade.
– Melhor custo x benefício.
– Maior resistência à propagação de trincas e formação de trilhas de roda;
– Aumento da vida útil do pavimento.
– Melhor aderência do pneu ao pavimento, proporcionando mais segurança aos usuários.
– Redução do ruído provocado pelo tráfego, entre outros.
Porém, além desses atributos, ele traz inúmeros outros com cunho ambiental, dentre eles:
– Melhor aproveitamento dos recursos naturais – utiliza menos pedras e petróleo, por exemplo.
– Redução da emissão de substâncias tóxicas para a água, solo e atmosfera.
– Preservação da natureza.
– Diminuição significativa da proliferação de doenças por insetos.
– Reaproveitamento de pneus descartados indevidamente e geração de emprego.
– Geração de reflexão sobre sustentabilidade dentro do setor de pavimentação.
Conclusão
Aprimorar a qualidade do pavimento significa também preservar o meio ambiente, pois contribui para a redução de emissão de gases poluentes, substâncias
tóxicas e o melhor aproveitamento dos recursos naturais. Encaixando-se assim dentro do conceito dos 3 R’s da ecologia (Redução, Reutilização e Reciclagem). Sendo assim, o ECOFLEX se torna a melhor opção para o setor de asfaltos nos aspectos econômico, técnico e ambiental. Pois, como resiste 5 vezes mais à propagação de trincas, aumenta a vida útil da rodovia e proporciona uma espessura 25% menor para o pavimento em relação ao CAP – com desempenho muito superior, conclui-se que a quantidade de materiais para usinagem, transporte, pavimentação e manutenção é reduzida, logo utiliza menos recursos naturais, tais como os materiais betuminosos.

Abrace essa idéia conosco!

Leia a matéria completa no informativo Fatos&Asfaltos nº13

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